Desde o último dia 20, Campina Grande tem vivido dias imersos na cultura com a 51ª edição do Festival de Inverno, realizado pela Prefeitura e pelo Instituto Solidarium. Dentro da temática “Território das Artes”, teatros, praças, parques e outros espaços da Rainha da Borborema tornaram-se verdadeiros epicentros da música, dança, teatro, cultura popular, cinema e iniciativas de economia criativa em uma programação que segue até o próximo domingo (30).
Fotos: Rondinelle de Paula
De oficinas com grandes nomes da arte, a exemplo de Tizuka Yamasaki, diretora de filmes como Lua de Cristal (1990), a grandes shows nacionais, como os da cantora Kell Smith, conhecida pelo hit “Era uma vez”, e dos cantores Chico César e Diogo Nogueira, que ainda se apresentarão, o Festival de Inverno consolida sua marca no calendário cultural da cidade.
Assim como nos anos anteriores, o evento conta com o apoio significativo da Prefeitura de Campina Grande, que, além de participar ativamente da logística do festival, disponibilizando equipes técnicas, espaços e programações exclusivas, também apoia financeiramente o evento com R$ 420 mil, investidos em prol do acesso à cultura e da sua democratização.
Para o prefeito, Bruno Cunha Lima, o festival é a prova viva da potência cultural de Campina Grande, seja pelo tempo de existência, seja pelas diferentes linguagens artísticas presentes.
“Diferentemente de outros festivais tão grandes quanto, aqui não temos só música, temos grandes atrações de teatro, de dança e de cinema. Temos realizações em parques públicos, no Teatro Municipal Severino Cabral, em centros de arte. E, ainda assim, toda a programação segue sendo totalmente gratuita e aberta à população. São esses investimentos que transformam uma cidade e reforçam o comprometimento da gestão com a pasta”, enfatizou Bruno.
A secretária de Cultura, Anny Karenine, destacou a importância do investimento e afirmou que o compromisso com a cultura representa também promover educação, por meio das formações e oficinas, e contribuir com a qualidade de vida da população, ao oferecer lazer e fortalecer a construção coletiva da história da cidade, envolvendo crianças, jovens, adultos e idosos.
“Quando a gente proporciona um festival que inclui a Filarmônica Epitácio Pessoa, o equipamento cultural mais antigo da cidade, é um convite para uma geração poder compartilhar com seus familiares um concerto no Parque Evaldo Cruz. Quando a gente convida coletivos para uma feirinha de artesanato, fazemos a economia criativa girar. Ao mesmo tempo em que inserimos nomes nacionais como Kell Smith e Chico César, democratizamos esse acesso e divulgamos ainda mais o nome do festival”, destacou Anny.
Até o dia 30 de agosto, o Festival de Inverno de Campina Grande seguirá ocupando os espaços com atrações de música, dança, teatro, cultura popular e mostras de cinema, mantendo viva uma programação que há mais de cinco décadas integra a cidade ao circuito cultural brasileiro.
As atrações na íntegra você confere nos perfis oficiais do Instagram: @secult.campina e @festivalinvernocg.
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