O projeto “Paz pela Paz na Escola”, promovido pela Prefeitura de Campina Grande e desenvolvido pela Guarda Civil Municipal (GCM), em parceria com a Secretaria Municipal de Educação (Seduc), está sendo levado a Escola Municipal Roberto Simonsen, localizada no bairro São José, onde serão beneficiados 266 estudantes dos 6º, 7º, 8º e 9º anos finais.
As palestras são ministradas pelo coordenador da GCM, Roberto Alcântara, que estimula o ensino sobre a convivência e o respeito, que são elementos centrais na busca pela cultura de paz nas escolas.
Esta será a quarta escola a receber o ciclo de palestras “Paz pela Paz na Escola”, cujo projeto foi iniciado no dia 7 de abril na Escola Municipal Lourdes Ramalho, no Conjunto Aluízio Campos. Ao todo já foram beneficiados mais de 1.300 alunos dos anos finais.
Na Escola Municipal Roberto Simonsen, os 80 alunos dos 6º e 7º anos participaram da palestra realizada no auditório da escola no final da última semana. Os estudantes do 8º e 9º anos serão contemplados com a atividade em julho, após o recesso escolar.
Ainda no mês de julho, o projeto ‘Paz pela paz na escola’ será levado aos estudantes da Escola Municipal Maria das Vitórias Pires Uchoa Queiroz, no Bairro das Cidades.
TEMAS
Durante as palestras, o coordenador da GCM, Roberto Alcântara, fala a respeito da empatia na escola, do bullying, do feminicídio, entre outros.
Ele discorre a respeito da empatia, que é a habilidade de compreender e acolher as emoções de alunos e professores, promovendo um ambiente seguro. Ainda previne o bullying, melhora o rendimento acadêmico e fortalece a saúde mental.
A empatia é mais do que uma palavra bonita. É a capacidade de compreender e acolher os sentimentos, emoções e perspectivas do outro, colocando-se em seu lugar. Vai além da simpatia ou da compaixão: trata-se de uma verdadeira conexão humana. É a habilidade de se aproximar do próximo de forma genuína e, assim, superar diferenças, fortalecer vínculos e construir pontes de respeito, compreensão e afeto.
No que diz respeito ao feminicídio, trata-se do homicídio doloso cometido contra a mulher por razões de gênero, representando a forma mais extrema da violência doméstica e familiar.
No Brasil, é tipificado como crime hediondo que qualifica o homicídio, frequentemente precedido por um histórico prolongado de abusos físicos, psicológicos ou sexuais.
Temas pesados como esses são apresentados de forma lúdica, com a utilização de músicas, exemplos e a participação dos estudantes.
Codecom




