Autor: Notícias PMCG

Diretor do Hospital Municipal Pedro I rebate críticas a tratamento precoce e ressalta número de vidas salvas em Campina Grande com adoção do protocolo

Tito Lívio diz que adoção da profilaxia pelo Município há praticamente um ano influenciou no quadro de controle da pandemia na cidade O diretor do Hospital Municipal Pedro I, médico Tito Lívio, rebateu as críticas publicadas em alguns veículos de comunicação acerca da medicação administrada de maneira precoce nos pacientes contaminados com a Covid-19 que […]

27/03/2021 18h37 Atualizado há 4 anos

Tito Lívio diz que adoção da profilaxia pelo Município há praticamente um ano influenciou no quadro de controle da pandemia na cidade

O diretor do Hospital Municipal Pedro I, médico Tito Lívio, rebateu as críticas publicadas em alguns veículos de comunicação acerca da medicação administrada de maneira precoce nos pacientes contaminados com a Covid-19 que buscam atendimento na unidade hospitalar,  que é referência de excelência na recuperação dos doentes desde o começo da pandemia e há várias semanas ultrapassou a marca dos 1.500 pacientes recuperados.

Tito Lívio garantiu, em entrevista neste sábado, 27, que todo o tratamento precoce é prescrito pelos profissionais médicos e que só são administrados com a plena anuência dos pacientes, reforçando o êxito que Campina Grande obteve com esse protocolo de tratamento precoce, pioneiro em termos de Paraíba, adotado na gestão do prefeito Romerp Rodrigues.

– Nossos números comprovam o êxito na administração desses medicamentos desde o começo da pandemia, há um ano. Os resultados em Campina Grande são os melhores da Paraíba. E lembro também que todo e qualquer tratamento à base de medicamentos como a Ivermectina, Azitromicina e a Hidroxicloroquina é prescrito pelos médicos e os pacientes só usam se realmente quiserem – registra o diretor do Pedro I.

Um ano inteiro de sucesso
Tito Lívio vai mais além e destaca os bons efeitos práticos na profilaxia assumida por Campina Grande.

– Felizmente, estamos conseguindo ter bons resultados, salvar as pessoas e, em um ano inteiro, não houve nenhum registro de complicações nos pacientes em decorrência do uso desses medicamentos – garantiu, sem esconder o orgulho, o diretor do Pedro I.

Tito Lívio relembrou ainda de uma declaração recente, dada pelo presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Mauro Ribeiro, rm entrevista à imprensa nacional, assegurando que o uso dessas medicações, a exemplo da Ivermectina e da Azitromicina, não traz nenhum malefício e muito menos coloca em risco a vida do paciente. O CFM é o principal órgão de representação da classe médica no país.

Referência nacional
Campina Grande tem sido exemplo desde o início da pandemia com uma das menores taxas de mortalidade do Brasil em relação aos contaminados pelo coronavírus. Ainda em 2020 a cidade passou a adotar o protocolo de tratamento precoce indicado pelo Ministério da Saúde e os impactos de tal medida refletiram diretamente no número de vidas salvas de campinenses e pessoas de outras cidades atendidas na Rainha da Borborema.

Codecom


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