Festival Paralímpico Loterias Caixa foi realizado neste sábado em Campina Grande

Evento aconteceu no Parque da Liberdade com participação de paratletas de várias cidades paraibanas

Foi realizada na manhã deste sábado, 04, no Parque da Liberdade, a terceira edição do Festival Paralímpico Loterias Caixa. Nesta edição, o evento contou com a presença de aproximadamente 200 atletas de Campina Grande e de outras cidades da Paraíba. O Festival, que ofereceu três modalidades esportivas (Bocha, Futebol de 5 e Paratletismo) foi realizado pela Prefeitura de Campina Grande, por meio da Secretaria de Esportes, Juventude e Lazer (Sejel) e com apoio do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e das Loterias da Caixa Econômica Federal (CEF).

Neste ano as ações acontecem em 70 cidades de todas as regiões do Brasil. Campina Grande foi uma das escolhidas por ter o Parque da Liberdade, equipamento que é um centro de referência em Paradesporto e chancelado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB). O objetivo principal de toda essa movimentação é a inclusão da criança, com deficiência, à sociedade por meio das práticas esportivas.

O professor Raniery Saoli, coordenador do Festival, destacou que eventos dessa natureza representam muito para sociedade e para o esporte pois, além de incluir essas pessoas, podem levá-las à disputa de competições em nível nacional. Há também a articulação entre o secretário titular da Sejel, Cledson Rodrigues (Dinho), com o CPB, que é muito intensa. Com isso, o atleta que se destacar poderá integrar a seleção brasileira da sua categoria e modalidade esportiva.

O secretário de Esportes de Campina Grande, Cledson Rodrigues (Dinho), afirmou que o paradesporto campinense já é uma realidade. Ele disse ainda, que o prefeito Bruno Cunha Lima tem um olhar diferenciado para o paradesporto e a inclusão social. Por tudo isso, segundo Dinho, a cidade está sendo premiada com essa festa da inclusão social.

“Nós temos, enquanto cidade, uma dívida muito grande com essas pessoas. Precisamos que elas estejam incluídas socialmente, perto da gestão, praticando suas atividades físicas normalmente. E a gestão Bruno está fazendo isso, tentando amenizar essa dívida. Estamos vendo aqui, hoje, todas as pessoas interagindo, com deficiência ou não. Esse é o mundo que queremos”, comentou Dinho.

Codecom

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