Autor: Notícias PMCG

Museu do Algodão registra recorde de visitantes durante O Maior São João do Mundo

Equipamento cultural administrado pela Prefeitura de Campina Grande recebeu 4.384 visitantes em junho, entre turistas brasileiros e estrangeiros atraídos pela história e cultura da cidade.

08/07/2026 12h07 Atualizado há 1 hora

O Museu do Algodão, equipamento cultural administrado pela Prefeitura de Campina Grande, por meio da Secretaria de Cultura (Secult), encerrou o mês de junho com um número recorde de visitantes. Impulsionado pelo fluxo turístico d’O Maior São João do Mundo, o espaço recebeu 4.384 pessoas ao longo do período, consolidando-se como um dos principais pontos de visitação cultural da cidade durante a festa.

Além de turistas paraibanos e visitantes de todos os estados do Nordeste, o museu recebeu pessoas de diversas regiões do Brasil, com destaque para visitantes de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Amazonas, Pará e Paraná.

O alcance internacional também marcou a movimentação do equipamento. Durante o mês de junho, o Museu do Algodão recebeu turistas do Chile, Estados Unidos, Argentina, França, Holanda, Alemanha e Jamaica, reforçando o interesse crescente pela história, pela cultura e pelo patrimônio de Campina Grande.

Segundo a gerente do Museu do Algodão, Betânia Rodrigues, o resultado demonstra o fortalecimento do equipamento como espaço de valorização da memória e da identidade local.

“Foi um número recorde de visitantes. Recebemos turistas de todas as regiões do Brasil e também do exterior, com destaque para produtores de conteúdo, blogueiros e influenciadores digitais, que marcaram presença diariamente no museu. Isso mostra que o espaço tem despertado cada vez mais interesse de quem deseja conhecer a história de Campina Grande para além dos festejos juninos”, destacou.

Durante O Maior São João do Mundo, o Museu do Algodão integrou o roteiro cultural de milhares de visitantes que buscaram conhecer aspectos da formação econômica, social e cultural de Campina Grande. O espaço preserva a memória do ciclo do algodão, atividade que impulsionou o desenvolvimento da cidade e contribuiu para consolidá-la como um dos principais polos econômicos do Nordeste ao longo do século XX.

“O resultado reforça o papel dos equipamentos culturais administrados pela Secretaria de Cultura na promoção do turismo, da educação patrimonial e da valorização da história campinense, ampliando a experiência dos visitantes que escolhem Campina Grande como destino durante o período junino”, salientou Anny Karenine, secretária de Cultura.

Codecom


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