O Procon Municipal de Campina Grande divulgou nesta sexta-feira (12) a sua pesquisa mensal de preços do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) e da água mineral e adicionada de sais para o mês de junho de 2026.

A coleta de dados, realizada no dia 11 de junho em parceria com o Departamento de Estatística da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), visitou diversos estabelecimentos comerciais do município. O objetivo principal do material é servir como uma referência segura para que o consumidor campinense possa fazer uma boa economia no momento da compra.
Com relação ao gás de cozinha, a pesquisa visitou 17 estabelecimentos e trouxe boas notícias para o bolso do consumidor. O preço médio do botijão de 13 quilos para pagamentos à vista ficou em R$ 102,53. Em comparação com o levantamento anterior, que registrava o valor de R$ 104,88, constatou-se uma redução de R$ 2,35 no preço médio do produto. Para os pagamentos efetuados no cartão, o valor médio sobe para R$ 108,25.
De forma geral, o produto pode ser encontrado na cidade por preços que variam de R$ 95,00 a R$ 120,00, o que significa que o campinense que pesquisa antes de comprar pode economizar até R$ 21,00 na aquisição parcelada do gás de cozinha.
O levantamento também analisou os preços dos garrafões de 20 litros de água em 14 fornecedores da cidade, avaliando as marcas Indaiá, Vida, Suprema, Santa Vitória e Sublime para retirada no local. A marca Sublime apresentou a maior variação percentual de preços da pesquisa, atingindo 87,50%, com valores que vão de R$ 8,00 a R$ 15,00. Essa diferença expressiva permite ao consumidor uma economia de até R$ 7,00 por galão.
A marca Indaiá registrou o preço médio mais alto, custando R$ 16,41, enquanto a marca Vida, classificada como água adicionada de sais, obteve o menor preço médio, sendo comercializada a R$ 6,75.
O relatório também alerta para as diferenças estruturais dos produtos: a água mineral é 100% natural e captada diretamente de fontes subterrâneas, possuindo maior valor agregado, enquanto a água adicionada de sais é um produto industrializado que passa por purificação e recebe minerais artificialmente em laboratório, o que costuma justificar seu custo inferior.
Para o coordenador executivo do Procon de Campina Grande, Waldeny Santana, os números reforçam o papel educativo e de proteção ao cidadão desempenhado pelo órgão.
“O objetivo deste material é servir como referência para que o consumidor possa fazer uma boa economia na hora da compra. A expressiva variação observada demonstra que a pesquisa prévia é essencial para reduzir gastos, especialmente em itens de consumo essencial como o gás e a água”, destacou o coordenador.
Veja a pesquisa completa (PDF)
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