Prefeitura autoriza comércio a retomar horário padrão de atendimento em Campina Grande, a partir desta quarta-feira

Prefeito Romero Rodrigues atende apelos da CDL, mas avisa: não vai abrir mão do cumprimento rigoroso dos protocolos sanitários estabelecidos
    
Atendendo solicitação da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), o prefeito Romero Rodrigues, através de um comunicado, na noite desta segunda-feira, 17, informou que está autorizando a retomada das atividades comerciais na cidade dentro do horário padrão de atendimento aos clientes, desta quarta-feira, 19.
“Graças a Deus, após Campina Grande seguir todos os ditames necessários na preparação de sua rede pública de atendimento e ter feito o dever de casa em termos de providências de prevenção, mantemos uma situação sob controle da doença, mas estamos preparados para retomar as medidas restritivas a qualquer momento para manter a sustentabilidade tão arduamente conquistada”, destacou Romero Rodrigues.
A autorização para o retorno da atividade comercial em Campina Grande, segundo a secretária Rosália Lucas, de Desenvolvimento Econômico, segue o mesmo padrão de retomada do funcionamento dos setores produtivos da cidade, desde que os segmentos continuem a cumprir rigorosamente os protocolos sanitários estabelecidos ao longo de todas as etapas anteriores.
Nesse sentido, os órgãos municipais de fiscalização, a exemplo do Procon e da Vigilância Sanitária, estão sendo orientados a intensificar a fiscalização na área comercial da cidade, a partir desta quarta.
Transporte público – Um outro ponto que está sendo articulado internamente na Prefeitura de Campina Grande, notadamente junto à Superintendência de Trânsito e Transportes Públicos de Campina Grande – STTP, diz respeito ao retorno da normalidade no transporte público de passageiros, exatamente para atender às demandas relativas aos trabalhadores e clientes do setor comercial.
Até o momento, mantém-se o padrão estabelecido há praticamente dois meses – de funcionamento em horários distintos em dois setores do Centro, justamente para não colapsar o sistema de ônibus urbano que funciona com praticamente um terço da frota.
Fonte: Codecom
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