Presidente da Amde entrega chalé na Vila do Artesão ao Projeto Mulheres de Peito

A Prefeitura de Campina Grande, através da Agência Municipal de Desenvolvimento (Amde), entregou na manhã desta sexta-feira, 13, de forma oficial, na Vila do Artesão, o chalé de número 5 ao Projeto Mulheres de Peito. A iniciativa visa apoiar, de maneira empreendedora, um Projeto que tem uma abrangência social de importância relevante para a cidade.

O projeto existe desde 2013 e tem o objetivo rastrear mulheres carentes, acima de 40 anos da idade, com suspeita de câncer de mama, em busca do diagnóstico precoce, proporcionando atendimento, exames e o tratamento necessário para o diagnóstico. O projeto oferece às mesmas uma chance de cura, com o objetivo de minorar o elevado índice de mortalidade de mulheres com câncer de mama na Paraíba.imagemO chalé, cedido pela Prefeitura de Campina Grande, através da Amde, contribui para que as administradoras do Projeto Mulheres de Peito possam comercializar os produtos que já fazem parte do Projeto. Entre os produtos estão encosto para pescoço, almofadas, necessaire com alça, caneca de porcelana, boneca Maria e vários outros.

O presidente da Amde, vereador licenciado Nelson Gomes Filho, falou sobre a importância da concessão do espaço para o projeto.imagem“A importância e alcance desse projeto, em nossa cidade, precisa ser valorizado e apoiado por todos nós campinenses. A Prefeitura de Campina Grande, através do prefeito Romero Rodrigues, nos permitiu que pudéssemos abrir as portas da Vila do Artesão para abraçar essa causa social e estamos muito felizes em poder fazer parte da história do Projeto Mulheres de Peito”, destacou Nelson Gomes.

O rastreamento precoce do câncer de mama é uma ação fundamental para garantir tratamento às mulheres vítimas da neoplasia, doença que mais afeta a população feminina no Brasil. Em toda a Paraíba são mais de 300 mil mulheres com idade de rastreamento (com idade a partir dos 40 anos) e, segundo dados, o número de mamografias realizadas ainda está muito abaixo do recomendado pela OMS.

Fonte: Codecom
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