Autor: Notícias PMCG

Raízes de Campina: Barraca de Artesanato da Prefeitura de Campina Grande é uma das atrações no Parque Evaldo Cruz

Entre os itens mais procurados estão acessórios nas cores da Copa e a culinária com o bolo de pamonha e a cocada na quenga.

14/06/2026 14h06 Atualizado há 2 horas

Nos primeiros 10 dias d’O Maior São João do Mundo, as artesãs da Barraca de Artesanato ‘Raízes de Campina’’, da Prefeitura de Campina Grande, coordenada pela Secretaria de Assistência Social (Semas), estão satisfeitas com a boa procura e venda dos produtos. Entre os preferidos estão os acessórios com as cores da Copa, como brincos, laços, chaveiros e outros, além da culinária, como o bolo de pamonha vendido a 20 reais a unidade ou em fatias de 5 reais, e a cocada na quenga, 12 reais. A produção é da agricultura familiar, ligada à Secretaria de Agricultura (Seagri), de forma intersetorial.

Na barraca que funciona no Parque Evaldo Cruz das 17h às 22h, estão expostos cerca de 400 itens, produzidos por artesãs ligadas aos Centros de Referência em Assistência Social (Cras), Jeremias, Liberdade, São José da Mata, Três Irmãs, além da Gerência da Pessoa com Deficiência (PCD) e Serviço o Migrante, com preços que variam de 8 até 40 reais, além de almofadas para viagem com máscara facial, panos de prato e bate mão, com preços que variam de 15 a 40 reais.

A artesã Iracilda Almeida, 72, é do Amazonas, mas campinense de coração. Ela fala no capricho na produção das peças em algodão e no excelente espaço de vendas. “Devemos empregar muito carinho e cuidado em tudo o que produzimos, por isso as minhas peças são bastante procuradas, porque são feitas no capricho. Estou muito feliz com esse espaço, junto com as demais artesãs”, disse a mulher”.

Dayane Gomes, é artesã e mãe atípica de 3 filhos, dois deles com autismo e acompanhados pelo Centro Dia (Semas), há 3 anos. Ela aprendeu a fazer laços, chaveiros e ornamentar canetas, em um curso na unidade, vendidos entre 10 e 18 reais e fazem o maior sucesso. “No início estava um pouco insegura na produção dos laços e canetas, mas depois que começamos a expor, tive mais segurança em função dos elogios das clientes. Como mãe atípica me sinto vista e valorizada com o meu trabalho e estou muito feliz”, disse a artesã.
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O projeto da Semas, conta também com o apoio da vereadora Pâmela Vital do Rego, que articulou a instalação da barraca no local. Gerenciando os trabalhos, a artesã e mãe atípica Ana Paula, está muito feliz com a movimentação. “Alguns dias não vendemos bem mas no outro, elas são superadas. Estamos inclusive recebendo encomendas, em especial na culinária também. Esperamos vender todos os produtos expostos aqui no local porque de fato são produtos diferenciados, com preços populares”, concluiu a artesã.

Codecom


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