Seagri propõe cultura do algodão orgânico para melhorar renda familiar de agricultores

A Prefeitura de Campina Grande, por meio da Secretaria da Agricultura (Seagri), está incentivando os pequenos e médios produtores rurais do município a participarem do Projeto “Algodão Paraíba”, como forma de aumentar a produção agrícola e, por conseguinte, incrementar a renda familiar.

Instituído pela extinta Emater e atualmente acompanhado pela Empresa Paraibana de Pesquisa, Extensão Rural e Regularização Fundiária (Empaer), o Projeto “Algodão Paraíba” tem por objetivo o protagonismo do agricultor familiar na cadeia produtiva do algodão orgânico, melhorando os índices de produção,  baixando custos e gerando mais renda.imagemOutra vantagem é que se pode plantar o algodão de forma consorciada com outras culturas como milho, fava, sorgo, feijão e até palma forrageira, garantindo assim a segurança alimentar, aumentando a renda familiar e assegurando alimentação para os rebanhos em épocas de estiagens.

Diante de todos estes aspectos positivos e da perspectiva de melhorar as condições de vida dos produtores rurais de Campina Grande, o secretário municipal da Agricultura, Renato Benevides Gadelha, começou pelas localidades rurais do Gaspar e Monte Alegre a reunir os agricultores para lhes informar a respeito das vantagens de aderir ao Projeto “Algodão Paraíba”.

Segundo ele, as primeiras vantagens é que o homem do campo, ao participar o projeto, receberá a terra cortada, sementes selecionadas, sacaria e o transporte para escoar a produção até à usina onde será processada a rama do algodão.

No que se refere à comercialização da produção, o secretário Renato Gadelha explicou aos agricultores do Gaspar e de Monte Alegre que a Indústria Textil Norfil SA, com sede em João Pessoa, além de garantir a logística de beneficiamento das sementes, assina um contrato de compra ainda no início da plantação.

De acordo com o secretário municipal da Agricultura, atualmente o algodão produzido na base da pesticida é comercializado ao preço de R$ 1,40 o quilo, ao passo que o orgânico chega é vendido a R$ 2,40. “Isto significa que o agricultores, mesmo antes de colher a safra, já sabe quanto vai ganhar”, observou Renato Gadelha.

REGULARIZAÇÃO – O secretário aproveitou a ensejo das duas reuniões para informar aos agricultores que a Pasta municipal da Agricultura está disponibilizando pessoal habilitado para orientá-los de como devem proceder para regularizar as propriedades rurais que, eventualmente, com sua situação fundiária regularizada. Para isso, basta procurar a própria Secretaria, localizada na rua Duque de Caxias, no bairro da Prata, próxima à Clinica Santa Clara.

O secretário Renato Gadelha revelou, por outro lado, que as ações da Pasta da Agricultura contam com irrestrito apoio do prefeito Romero Rodrigues, que “ao longo da sua gestão sempre recomenda que se faça o melhor para ajudar na qualidade de vida das famílias do campo de Campina Grande”, disse.

As propostas apresentadas por Renato Gadelha entusiasmaram os agricultores do Gaspar e de Monte Alegre.

Fonte: Codecom
COMPARTILHE