Autor: Notícias PMCG

Campina Feita à Mão 2026 levará novas técnicas e desafios inéditos à passarela do Maior São João do Mundo

Crochê, bordado, pintura, macramê, couro, patchwork e técnicas já tradicionais do artesanato nordestino dividirão espaço com novidades inusitadas na edição 2026 do “Campina Feita à Mão”. Neste ano, o projeto aposta na diversidade criativa e promete levar à passarela do Maior São João do Mundo expressões artísticas que raramente ocupam o universo da moda, como […]

20/05/2026 15h47 Atualizado há 54 minutos

Crochê, bordado, pintura, macramê, couro, patchwork e técnicas já tradicionais do artesanato nordestino dividirão espaço com novidades inusitadas na edição 2026 do “Campina Feita à Mão”. Neste ano, o projeto aposta na diversidade criativa e promete levar à passarela do Maior São João do Mundo expressões artísticas que raramente ocupam o universo da moda, como a produção de velas artesanais e bolos decorativos.

A proposta da segunda edição do projeto é ampliar as possibilidades criativas dos artesãos e transformar técnicas tradicionalmente ligadas a outros segmentos em experiências visuais capazes de compor looks conceituais para o desfile, marcado para o dia 10 de junho, na Pirâmide do Parque do Povo.

A novidade também trouxe desafios inéditos para a equipe criativa e para os participantes. Artesãos que atuam na produção de velas e bolos, por exemplo, estão sendo convidados a explorar novas possibilidades e adaptar seus trabalhos para a construção de peças que ganharão a passarela.

O estilista e um dos coordenadores do desfile, Ary Rodrigues, explica que a edição deste ano busca ampliar a linguagem do artesanato local e aproximá-lo de uma estética mais universal.

“A gente está brincando muito com essas tramas e tentando levar o artesanato da Paraíba, sobretudo de Campina Grande, para uma linguagem mais global. Queremos quebrar um pouco protocolos e trazer esse artesanato para uma moda mais universal, com outra linguagem, valorizando ainda mais esses profissionais”, destacou.

Segundo Ary, o trabalho vai além da simples apresentação de produtos e busca transformar a arte produzida pelos participantes em experiências visuais capazes de emocionar o público.

“Se uma artesã faz colares, por exemplo, a nossa missão é pegar essas peças e criar uma composição escultural. A gente dá volume, transforma, cria estética e faz um espetáculo. O objetivo é maximizar essa arte para o palco e transformar a passarela em um show”, explicou.

A edição 2026 contará com cerca de 30 artesãos selecionados e terá 35 modelos na passarela, incluindo profissionais convidados e representantes da equipe de inclusão.

Idealizado pela primeira-dama Juliana Cunha Lima, o “Campina Feita à Mão” busca fortalecer a cultura popular, valorizar o artesanato local e transformar o São João de Campina Grande em uma vitrine para a economia criativa e a identidade cultural nordestina.

Codecom


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